O que fazer com o (perturbador) estresse?

Juro que queria, nesse texto, apresentar alguma solução que pudesse erradicar os níveis alarmantes de estresse que, por vezes, passamos.

Entendo que existam condições favoráveis, rotinas que facilitem tal sentimento, situações que exijam muito do nosso emocional. Mas, independente desses fatores, eu nunca conheci alguém que fosse totalmente imune ao estresse. Por mais calma e evoluída que fosse a pessoa.

Há casos em que episódios de “ai, meu Deus, eu vou surtar” são muito, muito mais frequentes do que algo considerado saudável (não à toa fala-se tanto da tal síndrome de Burnout agora). Mas há outros em que o estresse é a resposta do nosso organismo para situações preocupantes, desafiadoras ou desconhecidas.

E é aí que entra o tema que quis trazer para cá hoje: em algum momento, o estresse pode ser benéfico? De acordo com Kelly McGonigal, psicóloga e professora na Universidade de Stanford, sim!

Em uma apresentação no TED Global de 2013, ela discursou em uma apresentação que hoje figura entre as 20 mais vistas de toda a história do evento (mais de nove milhões de pessoas já assistiram)!

Sob o tema “How to Make Stress Work for You” (“Como tornar o estresse um amigo”, em tradução livre), Kelly conta que, durante 10 anos atendendo em consultório, sempre disse aos pacientes que o estresse era algo maligno, um sentimento que as deixava doentes – como problemas cardiovasculares, por exemplo.

Acontece que, em dado momento, conheceu os resultados de um estudo, feito nos Estados Unidos, que acompanhou 30 mil adultos (de diferentes classes, etnias e condições) durante oito anos.

As conclusões foram surpreendentes – para a psicóloga, para os que estavam na plateia, para mim… Então, creio que você gostará também!
Sem mais apresentações, vamos ao vídeo:

“Buscar significado é melhor para sua saúde do que tentar evitar o desconforto”, termina Kelly. Que bela frase para repensarmos nossa postura diante das adversidades (que, vamos combinar, existem pra todo mundo), não?!

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Limpando o guarda-roupa: 8 perguntas que você precisa se fazer

Fazer a famosa limpa no guarda-roupa é um processo importante na consultoria de imagem – e há quem defenda que serve para a vida como um todo também. Primeiro pela questão de saber o que realmente temos em casa. Depois, porque, com aquilo que não usamos, não gostamos ou temos em excesso, podemos ajudar alguém que realmente precise.

Existe também um outro ponto de vista: a circulação. De energia, de vitalidade. Tirar aquilo que empaca, atrasa, incomoda, para ceder lugar ao novo. Bons ventos sempre chegam, mas eles precisam de um espaço para se acomodar, afinal. Trata-se de um exercício de deixar para trás aquilo que não nos leva para frente.

Aqui vão 08 perguntas simples (de respostas talvez não tão simples) para te ajudar nesse processo de limpeza e organização:

* A matéria foi originalmente publicada no Apartment Therapy – aliás, para quem gosta de assuntos relacionados à decoração e à organização, esse é um daqueles blogs que fazem com que a gente até esqueça o mundo lá fora, rs.

1. Isso ainda me serve?

Não importa se a peça está pequena ou grande. Se ela não cabe no seu corpo, não há porque deixá-la guardada. Você pode até ter planos de voltar àquele manequim um dia, mas, quando isso acontecer, você também estará diferente para além da aparência. Nossos momentos de vida implicam diretamente em nossas escolhas. Se não te serve mais, deixe ir.

2. Eu realmente visto isso?

Sei que, por vezes, guardamos peças queridas, seja pelo significado emocional, seja por a acharmos muito bonita. Porém, nenhum dos casos leva ao real uso da roupa em questão, certo? Ela fica lá por anos e anos, e nós nem lembramos que a temos em casa. Talvez porque a peça não faça nosso estilo ou seja para ocasiões mega específicas e raras. Se há algo assim por aí: doe!

3. Com que frequência usarei isso?

Imagine só: você tem um casaco todo forrado por dentro (ou seja, bem quente) repleto de paetês rosa escuro (chamativo) e, ainda por cima, bordado. Muito provavelmente, o uso dessa peça é bem raro. Vale a pena mantê-lo no armário? Ou você poderia investir em peças mais combináveis entre si com acessórios diferentes e únicos? É uma escolha a se fazer, sempre tendo em mente que, enquanto o espaço estiver sendo ocupado pelo casaco, não poderá ser ocupado por nenhuma outra peça. É Lei de Newton pura.

4. Eu realmente levarei essa peça para o ajuste?

Todas nós temos roupas que precisam de um pequeno ajuste. Seja fazer a barra, apertar um pouquinho, fazer pence, diminuir a alça… Enfim, uma coisinha aqui e outra lá. A questão é: iremos levá-la para o conserto? Ou ela ficará numa sacola em cima da mesa de jantar pra sempre? rs.

Se você acha que há maior probabilidade do segundo caso acontecer, passe para frente. Caso opte por ficar com a peça, estabeleça um prazo limite para que elas estejam ajustadas!

5. Tenho outras peças que combinem com essa em específico?

Voltamos à questão lá de cima. Uma peça muito específica pode não ser a melhor pedida para um guarda-roupa funcional e sustentável. Há, então, duas opções: investir em roupas que combinem com ela ou colocá-la na caixa de doações também.

6. O cuidado com essa peça de roupa cabe na minha rotina?

Existem tecidos que precisam de um super cuidado. Velocidade de lavagem, local de exposição para secagem, temperatura do ferro, maneira de manuseio. Por mais que não soe como uma preocupação primária, esses fatores são super importantes: é isso que garante durabilidade e uma boa aparência à peça.

Se você tem uma rotina super corrida e um estilo de vida mais prático, talvez peças assim não sejam a melhor opção. Vale tomar cuidado com isso na hora de decidir se elas ficarão ou não no armário.

7. Como eu me sinto ao vestir isso?

Acredito que essa seja a pergunta principal dentre todas as outras. Não importa se é bonito, se está na moda ou qualquer outra questão-pseudo-essencial se você não se sente você mesma quando usa tal roupa.

Sabe aquela sensação de estar engessada dentro de si própria? Isso é tudo que nós NÃO devemos ter. Se você não se sente feliz e confiante, passe a peça para frente! Pode acreditar que alguém fará bom proveito.

8. O que eu gostaria de ter?

Depois da limpeza, vem a parte gostosa: conseguir olhar tudo o que você tem (e usa e gosta) e definir quais são as compras necessárias. Faça uma listinha considerando todos os fatores acima: estilo de vida, tipo de corpo, cartela de cores, preferências pessoais… E boas compras – conscientes, é claro!

Como diz a Aysha: “Quanto melhor compramos, mais fácil é manter um guarda-roupas que funciona”.

Se você precisa de uma ajudinha em quaisquer etapas que aqui foram citadas, não deixe de entrar em contato!

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Combinações de Rosa- Primavera 2018

Rosa é uma cor que está aparecendo bastante nos desfiles de Primavera 2018, especialmente em Milão, de onde veio a maioria das imagens desse post. Algumas mulheres reclamam que ao usarem a cor se sintam menininha demais (ou  a Elle Woods de Legalmente Loira), mas acredito que com um pouco de paciência é possível encontrar uma combinação de rosa que tenha a sua cara! #timeonwednesdayswewearpink

Como o primeiro post de combinações de cores foi com amarelo, vamos de rosa+ amarelo, que é digamos uma combinação pouco comum! Adorei o look com o sapato amarelo usado como um pontinho de cor e também do amarelo misturado à estampa, como as duas cores estão em tons suaves elas ficaram harmônicas.

Uma combinação bem elegante da semana de moda de Milão é a de rosa+ verde. Gostei muito do tom de rosa bem claro e um verde mais escuro, seja apenas no acessório ou nas roupas mesmo. Vou tentar com uma pantacourt verde que eu tenho e sempre combino com azul, por algum motivo eu nunca tentei com esse rosinha!

Combinação para quem só usa rosa+ branco e quer variar: rosa+ cinza/ prata. Na primeira foto os tons são bem clarinhos, em uma modelagem diferente a combinação pode ser interessante até no ambiente de trabalho. Já na imagem da direita o cinza foi substituído pelo prata no calçado, um look bem moderno do criativo Jeremy Scott! Fácil para quem já tem um sapato metalizado tentar em casa!

Outra sugestão é misturar rosa + laranja: na imagem da direita o laranja é quente e vibrante. Para quem não “segura” o laranja perto do rosto ele pode estar nos sapatos como foi no desfile da Agnona:

Vimos bastante rosa+ azul no ano passado com as cores do ano rosa quartzo e azul serenity, mas dessa vez encontrei combinações de um azul mais escuro e um rosa mais pêssego, ou ainda esse rosa bem clarinho com um azul igualmente delicado:

Como eu disse no post anterior, a ideia aqui não é seguirmos tendências para “estar na moda”, mas pensarmos juntas em maneiras novas de usar o que a gente já tem. Ah, esse post é 100% dedicado  a Patty Lye, não tem como ver peças rosas e não me lembrar dela!

Beijos e até a próxima cor!

Na cabeceira: Extraordinário, o livro

Eu ganhei esse livro no começo do ano. De lá pra cá, alguns outros entraram pra minha super-mini-biblioteca e fui passando todos na frente.

O fato de não o ter lido assim que chegou às minhas mãos tem, pelo menos, duas explicações. A objetiva: eu gosto de livros um pouco mais ‘densos’ e, confesso, tive um pouco de preconceito com esse. Achava que seria água com açúcar demais.

A outra é sentimental: no dia em que o recebi, a pessoa que me emprestou disse: “como sei que você gosta de ler, te trouxe esse livro. Pelo menos até você acabá-lo, terei um pretexto pra continuar te vendo [pegar o livro de volta]”. Ganhei mais dois livros dessa pessoa desde então – acho que é um sinal de que continuaremos criando laços e construindo nossas próprias histórias juntos. A literatura tem esse poder também.

Bom, esse fim de semana resolvi trazê-lo para São Paulo. Prometi que daria uma chance a Extraordinário. E dei na segunda-feira. Li ele todinho nesse mesmo dia – acho que em umas 4 horas.

A escrita é realmente simples. Nada de adjetivos complicados ou frases indiretas. Nenhuma página que te tome horas pra tentar decifrar. Nenhum parágrafo que soa totalmente deslocado do contexto. É bem leve e gostoso de ler.

O livro conta, basicamente, a história de um menino que nasceu com uma deficiência no rosto, Auggie. Seu intelectual, sua parte motora e seu psíquico são perfeitos, nada fora da ‘’normalidade’’. A única questão é a estética mesmo.

É uma lição de empatia do início ao fim.

Enquanto lia, elenquei alguns ensinamentos que o desenrolar da história me proporcionou. Te convido a refletir sobre eles também:

– Observar o ponto de vista de uma criança. Por mais que, muitas vezes, desconsideremos seus sentimentos, eles sentem em intensidade igual a nossa. Por outro lado, encaram a situação com mais simplicidade também.

– Aprender a amar a si próprio. Por mais que August tenha seus problemas, ele se trata com muito amor. É claro que, em alguns momentos, reclama de sua aparência e deseja que nada daquilo fosse real – assim como nós fazemos diante de algo que não nos satisfaz. Mas aquilo logo passa. Ele valoriza muito as pequenas coisas: a mãe que tem, a música preferida que ouve com o pai, a irmã protetora, a cachorrinha melhor amiga.

– Não desejar o mal alheio a todo custo. Conheceremos muita gente que não nos acrescenta em nada ao longo da vida – pelo contrário, ainda tentam nos derrubar em toda oportunidade. Só que isso é responsabilidade delas. De nossa parte, a melhor solução é o distanciamento e a entrega – entregar nas mãos da instância superior em que acreditamos, tendo a consciência de que cada um recebe aquilo que planta (por mais clichê que isso seja).

– Incluir. Acho que, de tudo, a mensagem principal é essa: incluir mais gratidão em nossos dias, mais respeito ao diferente, mais amor ao próximo, mais empatia pelas crianças, mais valor ao rotineiro, mais atenção aos detalhes.

A boa notícia é que, em breve, a ficção estreiará nas telinhas. Em novembro, Extraordinário ganhará as bilheterias do cinema. Você pode ver o trailer aqui

Ah, enquanto escrevia esse post, descobri que a editora lançou, em 2015, o Diário Extraordinário. É um caderno cheio de frases do livro para que você construa sua própria história extraordinária por meio de anotações, desenhos e pensamentos. A Gabi Orlandin, do blog Fluffly, fez uma resenha bem ilustrativa dele. Para quem gosta de papelaria e é fã do pequeno Auggie, fica a dica!

Além disso, há também o 365 Dias Extraordinários, um livro com um preceito do Sr.Browne (professor de ingês do colégio de August) para cada dia do ano. A edição é linda! Fiquei com vontade de tê-lo também (oremos pelo cartão, rs).

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Combinações de amarelo da NYFW Primavera 2018

Tem uma peça amarela e na hora de montar looks você só veste com jeans, branco ou preto? Ou nem consegue combinar com nada?  Já que estamos em época dos desfiles de primavera 2018 da NYFW escolhi algumas ideias direto das passarelas.

Confesso que minhas inspirações geralmente vêm da natureza, de quadros, de filmes ou de pessoas que eu admiro, mas acredito que tentar trazer o que vemos nos desfiles para nosso dia-a-dia é um exercício interessante! Escolhi o amarelo por ser uma das cores que as minhas clientes acham mais difíceis- eu mesma sou de uma cartela de cores verão frio quase não uso- e por muitas pessoas apostarem que a próxima cor do ano da Pantone será o Primrose Yellow (não é a minha aposta, mas…)

Bom, mas vamos ao que interessa, separei primeiro as combinações de amarelo com tons neutros, que costumam agradar quem não gosta de usar muitas cores juntas. São combinações que passam mensagens de mais formalidade- quanto mais cores um look tiver, mais informal ele pode parecer. Nos exemplos abaixo o amarelo está no detalhe de uma saia predominantemente branca e no segundo está no acessório e em um tom tijolo mais fechado.

A próxima combinação eu só me lembro em épocas de Copa do Mundo 🙂 = amarelo + verde! Se você achar que fica estranho vale tentar nem que seja essa proposta em tons suaves da imagem da direita:

Para as mais femininas a aposta está nas combinações de amarelo + pêssego ou amarelo + rosa:

Para quem tem uma peça amarela clarinha, pode ficar bem harmônico usar a outra cor com o mesmo valor, ou seja, também clara como na combinação de amarelo + azul. O mesmo vale para as vibrantes combinadas, como no amarelo + laranja. Agora se sua intenção é um visual ultra moderno vale a pena experimentar o amarelo + prata!

Espero ter inspirado vocês, quero fazer mais posts sobre combinações de cores, o que vocês acham?

* Post dedicado a minha irmã que é a maior fã de amarelo que existe!

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A uniformização das elites

Alexandra Shulman, jornalista e ex-editora da Vogue britânica, é a mais nova colunista do Business Of FashionEm seu texto de estreia, ela endossou o coro dos questionamentos que andam rondando o mundo da moda (especialmente, pelos, digamos, mais realistas): por que a elite da indústria fashionista é TÃO dedicada à uma aparência uniformizada e impecável?

Para quem nunca ouviu falar de Alexandra, ela foi a responsável por liderar a publicação por 20 anos – sua saída deu-se em junho passado. Foi a pessoa que sustentou o cargo por mais tempo durante toda a história da revista – vai ver ela se inspirou no reinado de Elizabeth II, dona do trono real desde 1953.

Brincadeiras à parte, em todos esses anos de carreira, Shulman trouxe propostas e olhares diferentes à Vogue.

Em fevereiro de 2013, ao lado de personalidades como Adele, J.K. Rowling e Stella McCartney, a britânica recebeu o título de uma das 100 mulheres mais poderosas do Reino Unido – a lista foi definida pelo Woman’s Hour, programa veiculado na rádio BBC.

O mais interessante é que, na descrição do perfil da ex-editora, embora, na época, à frente de uma das maiores revistas do mundo, ela é definida como alguém “empenhada em não promover dietas, cirurgias plásticas ou escrever prescritivamente imagens corporais específicas”.

E essa, provavelmente, é a característica de Alexandra que une seus lados profissional e pessoal. Tanto é que, na coluna de estreia, o tema da narrativa foi essencialmente a questão das aparências.

Tudo começou quando, ao acordar em uma manhã ensolarada na Grécia e vestir seu biquíni para aproveitar as águas estonteantes da região a bordo de um barco, ela resolveu tirar uma foto em frente ao espelho.

Sem pretensão alguma de ganhar holofotes e estrelas manchetes, o intuito ao compartilhar o clique era, segundo ela, registrar o clima tipicamente grego do cômodo: as paredes desbotadas, o tom de azul, o mobiliário rústico. Só isso.

Alguém com trajes de banho, cabelos presos e rosto nu (sem quilos de maquiagem) não deveria ser pauta para a imprensa. Mas Alexandra foi, sabe-se lá o porquê.

Quer dizer, sabemos o motivo. Como a ex-toda-poderosa-chefona da Vogue se dava o direito de estar na Grécia, o novo destino hype, sem o trabalho de uma produção digna de #ootd (outfit of the day)?

Onde estavam as grifes, a bata rendada, a rasteira bordada, as joias deslumbrantes, o cabelo em ondas ‘podrinhas’ e o trio blush+iluminador+gloss nude que garantiriam a ela uma pele naturalmente bronzeada?

Shulman conta que todas as revistas e jornais definiram sua foto como um registro heróico e valente de si própria.

Obviamente, os debates públicos renderam comentários negativos. Alguns tão absurdos chegaram a sugerir que ela estava “pagando o pato” por ter imposto imagens irreais de mulheres ao redor do mundo enquanto trabalhava na Vogue.

Assustada com as proporções que uma foto tomou, mesmo sendo parte importante da imprensa mundial há 40 anos e entendendo como ninguém as entrelinhas de manchetes do tal universo da moda, a britânica aproveitou o espaço no BOF para refletir sobre o assunto:

“Para aqueles que trabalham com moda, essa dedicação ao uniforme impecável é uma contradição interessante. De um lado, permite que a pessoa em questão se distancie das tendências. Em contrapartida, a sua própria determinação excessiva em permanecer fiel ao seu uniforme pessoal e particular demonstra uma maneira diferente de chamar atenção: um tipo de exibicionismo inverso que diz que ‘eu não me visto do mesmo modo que todo mundo se veste, porque eu quem criei isso [a tendência]”.

O desabafo da jornalista é também um balde de água fria: por mais que as ‘camadas mais populares’ (nós, meros mortais, rs) esteja lutando por uma moda mais inclusiva, empática e amigável, a elite continua condenando quem se desvia do caminho imposto por ela.

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A Bela e a Fera: o filme!

Sei que tô bem atrasadinha, meio mundo já deve ter visto o filme, rs, mas o fato é que eu só consegui ver esse fim de semana.

E como eu sou do time que acredita que o que é bom deve ser compartilhado (pode ser só com seu grupo de amigas do trabalho, sem neuras, ninguém precisa ser influencer, mesmo que a atual situação digital te leve a acreditar que você só se dará bem na vida se for uma. Mas ok, divago), resolvi trazê-lo em forma de post para o blog!

Antes de falar da produção propriamente dita, permita-me voltar uns aninhos, lá na minha infância.

Eu sempre gostei muito das princesas da Disney (aliás, eu sou uma apaixonada por elas hahaha), mas os contos de fadas não eram os meus livros preferidos quando pequena. Talvez por ter uma mãe professora de crianças, minha casa sempre teve muitas, muitas histórias impressas em papel. E a sensação de tocá-las, aliada ao cheiro bem característico, está entre as experiências mais incríveis do universo para mim.

Eu e dona Silmara líamos de tudo um pouco: de poesia às fábulas. Pois bem, trouxe isso para dizer que, por mais que eu achasse Branca de Neve (minha favorita, nem sei quantas vezes o VHS dela rolou naquela televisão tubo de casa!!) e companhia o máximo, eu não era a maior leitora de suas histórias.

Tudo mudou esse sábado, depois de assistir ao tão falado filme da Bela e a Fera. A vontade que me deu foi de sair colecionando, lendo e relendo todos os livros, porque, veja bem, não é ser idealista/utópica/sonhadora demais (talvez seja), mas a gente anda precisando de umas boas doses de esperança, né não?!

Ele foi lançado em março desse ano e a nova versão conquistou posição privilegiada no ranking das bilheterias mais vendidas da história do cinema! Menos de 1 mês depois da estreia, a produção já tinha arrecadado mais de US$1 bilhão em ingressos.

A Bela é protagonizada pela Emma Watson, e nem vou me prolongar muito nisso por motivos óbvios. Ela arrasa. Muito. Sem noção.

Embora a lição mais comentada e difundida do filme seja amar o outro pela essência e não pela aparência (continuemos na torcida para que esse dia finalmente chegue para todos), o que mais me chamou a atenção não foi isso. Talvez pelo fato de esse ensinamento ter me tocado quando eu li a história anos atrás.

[Se você ainda não assistiu ao filme e não quer spoilers, recomendo que, a partir daqui, volte a ler depois de vê-lo. Mas volte, rs!]

Quando o reino do príncipe é enfeitiçado pela senhorinha, a punição não recai só sobre ele: todas as pessoas que viviam no castelo tornam-se objetos animados. E, com o passar do tempo e o cair das pétalas, vão ficando cada vez mais velhos e emperrados.

Assim que a Bela decide livrar seu pai e ficar presa no lugar dele, os tais objetos criam uma empatia imediata por ela. Levam-na para um quarto especial, preparam uma refeição digna de rei e incentivam a Fera a ser o mais delicado e amigável possível. É tão fofo!

Lógico que eles queriam que o príncipe voltasse ao seu estado natural e, portanto, torciam para que ele se apaixonasse verdadeiramente, mas o que fazem pela Bela vai além disso.

Unem esforços porque viram nela uma alma boa, de alguém simples, mas encantadora. Querem que ela se sinta acolhida, mesmo estando longe de casa, em um lugar desconhecido, na companhia de uma criatura bruta a priori.

Isso é incrível. É um treino de olhar. Revela o quanto é importante pormos em prática a famosa empatia, essa capacidade de colocar-se no lugar do outro e também de desejar que o melhor aconteça para ele. Um tapa na cara do egoísmo e da individualidade excessiva.   

Sabe a história que nossas avós nos contavam de que a união faz a força? É totalmente isso! Nos tempos em que vivemos, e falo de todos os aspectos (político, econômico, social, espiritual etc), uma produção embalada por uma história emocionante, músicas divertidas e imagens excepcionais é uma bela (perdão pelo trocadilho ruim!) maneira de repensarmos muitas coisas e aprendermos vários outras.

O mais legal de tudo é que todo mundo pode assistir. E, dependendo da idade e fase da vida, o impacto do filme sobre cada um pode ser totalmente diferente. Prometo que vale a pena!

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Conflitos: a história dos camelos

Semana passada, pelo acaso ou pelo destino, fui parar em uma palestra do William Ury.

Se você nunca ouviu falar sobre ele, recomendo que assista a dois TEDs bem famosos que ele já fez: O Caminho Entre o Não e o Sim e O Poder de Escutar.  

Basicamente, o cara é o maior negociador e mediador de conflito da nossa época. Aqui no Brasil, ele foi personagem fundamental em um caso muito repercutido envolvendo o Pão de Açúcar.

Eu não sei ao certo o motivo pelo qual ele estava no Brasil. O fato é que, em uma noite gelada de segunda-feira, ele foi até o Iguatemi de São Paulo para falar sobre seu novo livro – que é, a priori, um projeto maior – O Caminho de Abraão.

O Caminho foi criado em 2004 por um grupo de alunos da Universidade de Harvard, liderados pelo professor Ury, e sua abertura aconteceu três anos mais tarde, em 2007.

Trata-se de uma caminhada de peregrinação pelo caminho percorrido pelo profeta Abraão há quase 4 mil anos, cujo intuito é, além do desenvolvimento sócio-econômico da região pelo turismo, a aproximação entre pessoas de diferentes culturas e religiões.

O roteiro passa por cidades como Belém, Damasco, Aleppo e Meca. E por que Abraão? Bem, ele é um personagem bíblico reconhecido pelos cristãos, pelos judeus e pelos muçulmanos. Como o objetivo do projeto é a união entre os povos e a promoção de um mundo com mais amor e solidariedade, a escolha foi baseada em uma figura conhecida por todos.

Das diversas histórias e parábolas que William contou durante pouco mais de uma hora de encontro, uma me fez pensar muito, e gostaria de dividi-la por aqui. Ele conseguiu, em uma só narrativa, tratar de um assunto um tanto quanto complexo, embora seja sua especialidade: a resolução de conflitos.

“Um pai tinha três filhos e 17 camelos. Um dia, resolveu dividir os bichos entre seus herdeiros. Para o mais velho, deu metade dos camelos. Para o do meio, um terço deles. E para o mais novo, um nono do total.

Assim que o pai os deixou, os irmãos começaram a quebrar a cabeça para fazer a divisão. Questionavam, brigavam, aborreciam-se um com o outro. Afinal, 17 não é um número divisível por 2, nem por 3, nem por 9.

Resolveram, então, ir até um velho sábio da aldeia. Contaram o caso a ele, que pensou, pensou e disse: “olha, meus caros, eu não sei como resolver essa situação. Realmente, não há como fazer a divisão dessa maneira que estão pensando. Mas posso dar a vocês meu único camelo. Talvez vocês consigam fazer algo com ele”.

Os irmãos aceitaram e levaram o camelo do sábio para casa. Agora tinham 18 camelos. E começaram: o mais velho, pegou 9 para si, a metade. O do meio, ficou com um terço, que são 6. E o mais novo pegou 2, o equivalente a um nono.

Qual não foi a surpresa dos três ao ver que 9+6+2 = 17? Oras, tinha sobrado um camelo! E foram devolvê-lo ao senhor”.

Não é incrível? Ao contá-la, William falou de uma expressão que é muito usada por ele: go to the balcony. Em tradução livre, é algo como ir para o camarote. O que significa, basicamente, olhar a situação de fora. Sair daquela zona de conflito para conseguir visualizá-lo por inteiro, entendê-lo e encontrar uma solução.

Uma bela reflexão para começarmos a semana, não? Eu sou bem otimista no que diz respeito ao comportamento humano, rs. Acredito mesmo que, de pouco em pouco, conseguiremos criar um ambiente mais empático e acolhedor.

Inclusive, a tal da empatia também é essencial nos conflitos. O professor disse que, quando tentamos perceber o motivo pelo qual o outro está agindo daquele jeito, conseguimos ter mais consciência sobre nossas atitudes – o que torna bem mais difícil o descontrole.

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